terça-feira, 13 de maio de 2008

SUB 12A: KICK OFF/M. G. C.- 21 X A.M.C.H. RINGE - 0

Perante tal resultado não nos é possível dizer muito. Tratou-se de um jogo muito desequilibrado. A diferença entre as duas equipa foi abismal. A equipa adversária não conseguiu realizar um único remate à nossa baliza. O mais difícil neste jogo foi manter os jogadores motivados. Apesar das facilidades, a equipa procurou jogar sempre no colectivo não caindo na tentação do individualismo.
Golos:
Pedro Santos: 8; Pedro Trigo: 3; João Souto: 1; João Bernardo: 1; Miguel Freitas: 1; João Freitas: 1; Martim Gomes: 4; Eduardo: 2.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

SUB 10: KICK OFF – 2 x PAÇOS FERREIRA – 2

“Acordámos” a tempo de igualar!

Foi um bom jogo aquele que se assistiu no dia 3 de Maio em Lever e que opôs a nossa equipa à do F. C. Paços de Ferreira. Apesar de nem sempre bem jogado durante certos períodos, a emoção provocada pelas várias oportunidades de golo durante o jogo e a recuperação à desvantagem de dois golos, fez valer a pena assistir e desfrutar deste jogo.
Na primeira parte a nossa equipa esteve muito aquém das suas potencialidades, não por motivos individuais, mas sim pela forma como colectivamente partiu para o ataque. Se após perder a bola até recuámos e nos organizámos para defender próximos uns dos outros, certo é que não fomos activos na procura de conquistar a bola e quando saíamos para o ataque praticamente fazíamo-lo aproveitando o erro adversário e lançando só dois ou três jogadores, ligando pouco o jogo e arriscando muito nos duelos individuais. Sofremos o primeiro golo muito cedo, logo aos 4 minutos, com alguma infelicidade à mistura com um remate fraco de longe, com a bola a fugir do alcance visual de nosso guarda-redes e em que nenhum defensor decidiu interceptar. Aos 10 minutos tivemos uma oportunidade flagrante para igualar com um excelente movimento em diagonal para o centro do Bernardo que recebeu um passe e apareceu isolado frente ao guarda-redes adversário mas não teve êxito na conclusão. O segundo golo sofrido surgiu logo depois, aos 13 minutos quando parecia que íamos interceptar a bola num lance perigoso construído pelos visitantes entregámos a bola nos pés de um do adversário que, em zona central próximo da baliza, não falhou. Respondemos novamente e aos 15 minutos, após cobrança de um pontapé de canto, o Bernardo teve novamente o golo nos seus pés perante uma bola com trajectória difícil à execução para finalizar.
Na segunda parte conseguimos jogar mais próximo da baliza contrária e fomos muito unidos e acreditámos até ao fim num resultado melhor. Todavia, só de bola parada o conseguimos. O 1-2 resultou de uma insistência após a marcação de um pontapé de canto com a bola a surgir na pequena área e o Guilherme a reduzir com um bom cabeceamento, enquanto o 2-2, fruto da cobrança de um pontapé livre directo, simbolizou um belo momento do jogo quando, de muito longe, o Gonçalo marcou um grande golo. Ainda tentámos chegar ao terceiro, mas não fomos calmos nas decisões e a qualidade decresceu novamente, mas sempre acordámos a tempo de igualar…esperemos que no próximo jogo não seja tão tarde.

GOLOS:
1-2 Guilherme; 2-2 Gonçalo.

EQUIPA:
Henrique Pereira; Tomás Lopes; Guilherme Gavina; José Maria; Bernardo Moreira; Gonçalo Sanches; Diogo Brandão.
Jogaram ainda: José Roberto; Francisco Lima; António Ribeiro; Filipe Costa; Luís Arteiro.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

SUB 10: BAIRRO FALCÃO – 4 X KICK OFF – 1

Erros infantis em “escolinhas”…
Após uma (muito breve) pausa entre fases de um campeonato que conta com um vasto número de jogos a disputar, a equipa da Kick Off não foi capaz de dar o pontapé de saída na primeira jornada da segunda fase com uma vitória.
O resultado, 4-1 para os da casa, não expressa o equilíbrio que existiu entre as duas equipas no domínio do jogo, apesar do adversário ter alcançado algum ascendente sobretudo após se encontrar em vantagem no marcador.
Se logo no início da primeira parte foi a nossa equipa que se impôs mais no jogo, também é verdade que o adversário acabou por fazer dois golos em aproveito de duas oportunidades concedidas pela nossa equipa – uma através de um pontapé de baliza mal executado e com a equipa a não se precaver no posicionamento em campo e outra com uma perda de bola logo à saída para o ataque – e com isso dificultou a nossa tarefa face perante um adversário muito combativo no jogo. Até ao final da primeira parte conseguimos reduzir através do Gonçalo, mas a falta de inspiração e capacidade de combinação entre os jogadores revelava um mau presságio para a segunda parte.
Na segunda parte, paulatinamente, a falta de inspiração e capacidade ofensivas fez-nos perder mais bolas e o adversário adquiriu confiança e pressionou mais próximo da nossa baliza. Todavia, defensivamente estivemos quase sempre bem. Dizemos quase, porque tornámos a falhar por nosso demérito em mais duas ocasiões que ampliaram a vantagem para os 4-1 finais. O 3-1 surgiu através de um pontapé de canto curto onde fomos passivos a sair ao encontro da bola e após ser rematada ainda sofreu um desvio num dos nossos defesas que, ao tentar intersectar de cabeça, introduziu a bola na própria baliza. Já o 4-1 surgiu como o golo inaugural, um pontapé de baliza em que o nosso defesa ao receber a bola não aguentou a pressão do adversário e este, só frente ao guarda-redes, não falhou.
Findado o desafio ficou a sensação de que poderíamos e deveríamos ter jogado mais e melhor. Temos mais adversários para defrontar e “erros infantis” existem…dos seniores…aos “escolinhas”.


GOLOS:
2-1 Gonçalo Carvalho

EQUIPA:
António Ribeiro; Luís Arteiro; Guilherme Gavina; José Maria; Filipe Costa; Gonçalo Sanches; Diogo Brandão.
Jogaram ainda: Bernardo Moreira; José Roberto; Francisco Lima; João Rodrigues.

terça-feira, 6 de maio de 2008

C. MARECHAL GOMES DA COSTA / MGC"B" – 2 X C.D. TROFENSE “A” – 8

Nesta 2ª jornada defrontamos o 4º classificado do Campeonato Distrital de Futebol de 7, o CD Trofense “A”, que nos havia vencido os dois jogos realizados. O primeiro venceram por 4 a 2 e na segunda volta venceram por 2 a 1.
Tal como apontavam todos o dados reunidos, eles apresentaram-se em campo dispostos num 1:3:2:1, o que normalmente nos dificulta muito a nossa organização. Estando nós precavidos para essa situação, preparamo-nos para isso. Falamos e treinamos muito e como tal eles não nos surpreenderam nesse aspecto.
Procuramos defender todos muito juntos, com as linhas próximas e tentando sempre criar superiodade numérica na zona do portador da bola. Isto foi conseguido na primeira parte. As únicas situações em que eles criaram perigo foram “criadas” por nós. O primeiro golo do jogo, aos 15 minutos, começou num lançamento de linha lateral a nosso favor. Entregamos a bola directamente ao médio centro e este, sem oposição, fez golo de fora da área. O outro golo deles na primeira parte, que lhes permitiu chegar ao empate mesmo antes do intervalo, iniciou-se num canto a nosso favor. O guarda-redes agarrou a bola e inicou um rápido contra-ataque que resultou em golo, apesar de nós termos dois jogadores sobre a linha do meio-campo aquando da marcação do pontapé de canto.
Os nossos dois golos colocaram-nos em vantagem na primeira parte. O primeiro concretizado por Manuel Puerta, após passe de Rodrigo e o segundo num livre directo convertido por João Paio. Após o 2 a 1 tivemos duas excelentes oportunidades de golo, ambas por Rodrigo Nogueira, mas infelizmente não concretizadas.
Depois veio a 2ª parte que se revelou muito negativa em termos qualitativos e quantitativos. Logo no inicio sofremos dois golos em tudo semelhantes entre si. O defesa esquerdo subiu sem pressão com a bola controlada, libertou para o médio que se movimentou para esse lado e este em lance de 1x1 foi à linha de fundo e cruzou ao 2º poste onde o outro médio centro fez golo. Após estes dois golos muito seguidos a nossa equipa desistiu… A partir daí a nossa organização defensiva simplesmente não existiu. Não houve entre-ajuda, nem coberturas defensivas e em termos de técnica defensiva individual estivemos muito mal. Assim, sem surpresas o resultado foi-se desnivelando cada vez mais e apesar de termos desfrutado de óptimas situações de golo não conseguimos reduzir a diferença.
Fica a certeza que se formos capazes de manter os níveis de concentração que manifestamos na primeira parte então poderemos discutir resultados com equipas teoricamente mais fortes que nós, mas se por outro lado em algum momento facilitarmos, então tudo será muito dificil…

1ª JORNADA SUB-11 TORNEIO INTER-ESCOLAS


- Kick Off Rosário x E. F. Jorge Plácido



- E. F. Paulo Faria x Colégio Inglês


- A. F. Superball x E.F. Jorge Plácido


segunda-feira, 5 de maio de 2008

TORNEIO INTER-ESCOLAS: 1ª JORNADA SUB 11

E aí está a primeira jornada do escalão sub-11. Durante a manhã do último Sábado, 3 de Maio, pudemos assistir a bons jogos, com muitos golos, permitindo assim um ambiente salutar entre as 6 equipas que compareceram a esta primeira jornada. Das 8 previstas, duas cancelaram a sua participação durante os dias que antecederam o evento: A.D.S.Pedro da Cova e o Infesta. Mesmo assim, podemos considerar esta primeira jornada um sucesso. Esperamos que as próximas permitam manter o nível demonstrado.
Parabens a todos os jogadores pelo esforço e dedicação demonstrado ao longo dos jogos.
RESULTADOS:
CLASSIFICAÇÃO:

2ª JORNADA ( 10 de Maio):

HERNANI GONÇALVES-1 X MGC/ KICK OFF A - 3

E à segunda jornada tivemos o primeiro grande adversário: Hernani Gonçalves. Como detentores em título da prova, e actuais campeões da Associação de Futebol do Porto, a nossa equipa tem como objectivo a conquista desta prova, se possível sem ceder qualquer ponto, mantendo deste modo um impressionante registo, contanto como vitórias o número de jogos. No actual campeonato existem duas equipas que nos podem impossibilitar alcançar tais metas: o Alfenense e o Hernani Gonçalves.
Ao longo destes últimos anos, os confrontos com a escola de futebol hernâni têm se revelado muito exigentes. Trata-se de uma boa equipa, com bons jogadores que durante o jogo mostram-se muito competitivos, apresentando sempre um bom nível de jogo. Como tal, a nossa equipa apresentou-se em campo na máxima força, muito concentrados, para que assim pudessemos levar de vencida o adversário.
O ínicio do jogo não foi o esperado. Logo nos primeiros minutos, na cobrança de um livre directo, sofremos um golo. Livre magistralmente cobrado pelo jogador adversário, sem qualquer hipótese de defesa para o nosso guarda-redes. As exigências tinham aumentado. Até aos 10 minutos de jogo a nossa equipa mostrou-se muito nervosa. As marcações ao ponta de lança adervário não estavam correctas o que levou a muitos desequilibrios defensivos da nossa parte. Mesmo assim, conseguimos ter uma maior posse de bola. No entanto esta era realizada sem grande ofensividade. Realizamos muitas mudanças de flanco de modo a criar desequilíbrios nas laterais. Infelizmente estas eram feitas a uma velocidade reduzida, permitindo assim à equipa adversária corrigir as posições defensivas. Entretanto tivemos um jogador aleijado, levando a uma antecipação da estratégia programada para o jogo. Com a descida do Souto para central, o Rodrigo entrou para médio centro. Esta mudança permitiu um acerto nas marcações defensivas e um maior caudal ofensivo. Apesar de intermitente, o Rodrigo conseguiu não só manter o equilibrio defensivo como também aumentar a velocidade de circulação da bola. A entrada do Miguel para a direita levou a que conseguissemos fazer uma pressão mais alta, começando finalmente a criar situações de golo. Mesmo com as mudanças chegamos ao intervalo a perder por um golo.
Com a paragem no jogo foram feitas correcções que permitiram virar o resultado. Aumentamos a pressão defensiva, tornando-a também mais alta. A circulação da bola foi feita com maior velocidade. Começamos então a ganhar mais bolas, e a criar mais situações de 1x1 nas laterais. Como tal, o adversário viu-se na obrigação de povoar mais as laterais. Deste modo deram-nos o jogo. Sem uma grande pressão no centro do terreno, a nossa equipa fez chegar muito mais bolas ao ponta de lança. Este começou a surgir com muitas situações de 1x1, que passavam a 2x1 com a chegada dos nossos laterais ou dos nossos médios. Deste modo criamos brechas na estrutura defensiva adversária que nos permitiram criar várias situações de golo. Foi com naturalidade que alcançamos 3 golos na 2ª parte.
Parabens equipa por terem sido uma equipa. Por terem demonstrado uma grande vontade de ganhar, que permitiu virar um jogo no qual entramos praticamente a perder.